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Elvas: Mocinha responde a Rondão e questiona “quem é que não se recorda do porco no espeto?”

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Nuno Mocinha, Presidente da CME
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Nuno Mocinha, Presidente da Câmara Municipal de Elvas (CME), reagiu esta manhã às acusações proferidas ontem pelo candidato pelo Movimento Independente “Elvas Nosso Partido”, Rondão Almeida, sobre alegadas dificuldades financeiras do Município, utilizando a célebre frase ¿Por qué no te callas? proferida pelo então Rei Juan Carlos ao ex-Presidente Hugo Chaves.

Em conferência de imprensa esta sexta-feira, 28 de Abril, o edil reagiu afirmando ser “preciso repor a verdade das coisas. Em tom tranquilo, e pausado, Nuno Mocinha começou por salientar que “alguém por ser candidato não pode dizer aquilo que lhe vem à cabeça” referindo-se às declarações proferidas ontem por Rondão Almeida, a propósito da suposta situação financeira da CME.

O edil acusa Rondão de não ser “honesto na análise das contas” lembrando que “uma das pessoas que o acompanhava é membro da Assembleia Municipal (AM) e ontem votou favoravelmente as contas”, que foram aprovadas por unanimidade.

Sustenta também o edil que “aquilo que o Senhor Comendador depois não diz, é que ele está a começar a ver na nossa cidade que se estão a instalar novas empresas, está a haver na nossa cidade se estão a instalar novos postos de trabalho e está a ver que esta cidade está a conseguir ter aquilo que ele nunca conseguiu fazer em 20 anos” para depois “vir com o papão das contas e das dívidas”

Nuno Mocinha, Presidente da CME

O edil fundamentou que “quando eu assumi a sua presidência, é verdade que tinha nos seus cofres perto de 10 milhões de euros, mas também é verdade que tinha compromissos assumidos de cerca de 14 milhões de euros”, para depois vir “com o papão das contas e das dívidas”, e diz ainda ser “por isso o número quatro ficou-lhe na cabeça, por isso é que ele diz que no final deste mandato tem quatro milhões de dívida, foi os quatro milhões que cá me deixou”.

Quanto às acusações sobre a Câmara passar “a vida nas festas, nos jantares e nos almoços” Nuno Mocinha questiona “quem é que não se recorda do porco no espeto?” e deu de seguida a resposta: “Todos nós nos recordamos”.

Outra das acusações que foram ontem imputadas respeita à aquisição de veículos para os vereadores e Nuno Mocinha voltou a questionar: “Quem é que não não se lembra que havia um vereador que queria continuar a ser presidente e se passeava num Mercedes?” prosseguindo “todos nós temos memória, ou seja o Senhor Comendador é que pensa que os elvenses têm os olhos tapados, os ouvidos tapados e que não vêm aquilo que vai acontecendo”.

O autarca afirmou também que “a Câmara não é uma empresa de construção civil” e lembrou a do Forte da Graça “que custou mais de seis milhões de euros” e que “não foi no mandato anterior, foi neste mandato”.

Mocinha afirma também que esta Câmara não tem “andado a criar emprego precário” mas sim a criar “condições para que as pessoas tivessem o seu emprego estável”. Diz também que “além dos empregos que se estão a criar em termos das empresas que vão abrindo”, muitas delas devido a “incentivo que a própria Câmara lhes dá”, este executivo lançou “cerca de novos cem concursos para que as pessoas tivessem o seu trabalho efectivo na Câmara sem estarem dependentes de qualquer Centro de Emprego”, rematou.

Em relação às supostas dívidas Nuno Mocinha lembra que só de fundos comunitários a Câmara está credora de mais de “um milhão e meio de euros […] em candidaturas que nós temos aprovadas”. Pergunta “se alguém tem alguma dívida para receber” e recorda “pagamos aos idosos, todos os meses, os seus medicamentos”; “pagamos aos OMTS todos os meses aquilo que é o apoio que a Câmara lhes dá”; “pagamos a todos os OMTJ a tempo e horas”. Diz também que agora “o que nós não temos é o tempo das vacas gordas que houve em tempos” e passa ao ataque “o que nós não temos é a possibilidade de andar a fazer aquelas obras, que ficaram todas muito bonitas, mas que agora sim alguém tem que pagar a sua manutenção”.

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1 COMENTÁRIO

  1. Estou totalmente de acordo com o nosso presidente nuno mocinha o sr rondao almeida deveria mais preocupar se com tratar dos bichinhos na quinta de que andar a lavar roupa sujo

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