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Espargos de Santa Eulália a caminho do Guiness Book c/ imagem e vídeo

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Espargos de Santa Eulália a caminho do Guiness Book c/ imagem e vídeo
©Elvasnews

A aldeia de Santa Eulália, no concelho de Elvas, tão cedo não vai esquecer o maior revolto de espargos confeccionado este sábado, 27 de Fevereiro, no Pavilhão Multiúsos local e destinado a ser recorde para o tão desejado Livro dos Recordes.

Os habitantes desta aldeia, e muitos forasteiros, acorreram em massa ao pavilhão onde ao longo da tarde se podia degustar esta especialidade da região, entre outros acepipes igualmente regionais, no decorrer do I Festival do Espargo de Santa Eulália, integrado nas comemorações do 3º aniversário da Universidade Popular.

Forma milhares os que, radiantes, participaram neste primeiro festival dedicado ao espargo. “Uma maravilha” dizia João Rebimba para quem “o espargo branco amarga sempre um bocadinho” mas nem por isso lhe tira valor pois para ele o festival “havia de ser todos os dias. O empresário João Caiola foi claro na sua apreciação, “está muito bom” e acrescentou com um sorriso largo que “a cavalo dado não se olha ao dente”.Por sua vez o elvense Francisco Rasquilha gracejou de imediato “como o meu amigo disse a cavalo dado não se olha ao dente, eu digo não olho ao dente de nenhum cavalo. Depois, mais a sério, Francisco Rasquilha achou que “o revolto está bom” e argumentou que o fundamental “é o ambiente que se vive em Santa Eulália”, independentemente de chegar ou não ao Guiness, “este é um momento bonito para esta Freguesia” pois “eu gosto de ver as pessoas felizes e aqui nota-se felicidade”.

Além do revolto de espargos também a componente musical atraiu visitantes, como foi o caso de Inês Dores que achou o “ambiente interessante, com muita gente” e que ele acaba por mexer com “o pessoal de Elvas e das freguesias em volta”.

O objectivo “era levar longe o nome desta terra” e por isso já valeu a pena, dizia o Presidente da Junta de Freguesia, Cláudio Carapuça, que não deixou de realçar “um mês de trabalho a apanhar espargos e a migar espargos” para juntar os 250 quilos “para todo o festival” e “dois mil ovos” com que foi confeccionado o revolto.

O notário Luís Meruje tem agora a seu cargo a certificação dos factos, como sejam as dimensões e peso do tacho, o espaço, a audição de testemunhas e factualizá-los em documento a enviar para o Guiness Book.