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Exposição “Pele e Pedra – da colecção de António Cachola” inaugurada no Forte da Graça

No Forte da Graça, em Elvas, foi inaugurada a exposição “Pele e Pedra – da colecção de António Cachola” composta por 10 filmes, que integram a colecção de António Cachola, da artista Ana Rito.

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Integrada nas comemorações dos 10 anos do Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE), a artista Ana Rito inaugurou esta noite de quinta-feira, 7 de Junho, no emblemático Forte da Graça, uma mostra de 10 filmes que integram a colecção de António Cachola.

A inauguração contou com a presença do Ministro da Cultura, Luís Filipe de Castro Mendes, do Aldaide de Badajoz, Francisco Javier Fragoso e do Presidente da Câmara Municipal de Elvas, Nuno Mocinha, entre outras entidades quer da Extremadura Espanhola quer de Portugal.

Luís Filipe de Castro Mendes, Ministro da Cultura

O Ministro da Cultura referiu que o trabalho conjunto dos municípios raianos, unidos pela Eurocidade – Elvas, Campo Maior e Badajoz -, tem sido “o exemplo” da posta na bandeira da cultura, “na Extremadura e Alto no Alentejo em que se vão desenvolvendo actividades culturais comuns”.

Luís Filipe de Castro Mendes salientou também a importância desta cooperação transfronteiriça porquanto ela “é um foco de cultura e é uma prova que é para o interior que nós devemos trazer mais pólos culturais, mais centros de actividade, mais acção e sempre em cooperação com os nossos vizinhos”, disse.

Para o edil elvense “a Eurocidade é um contexto em que aproxima pessoas e a cultura é algo que não tem fronteiras, não tem língua, não tem barreiras, e é facilmente perceptível”. Nuno Mocinho diz que “foi através da expressão que fizemos mais uma acção da Eurocidade, entre Elvas, Campo Maior e Badajoz, “ e sobretudo “comemorar os 10 anos do MACE”.

Com curadoria de Isabel Nogueira, esta é a primeira exposição de Arte Contemporânea que ocorre no Forte da Graça. Os filmes de Ana Rita “possuem uma plasticidade invulgar, que pode remeter de imediato para uma tridimensionalidade escultórica, naturalmente ilusória, uma vez que estamos perante o domínio bidimensional do filme, isto é, da imagem” diz Isabel Nogueira.

Isabel Nogueira refere ainda que “há uma manifestação táctil, corpórea, de pele, que é transversal às suas imagens, além de um silencio, muitas vezes inquietante e enigmático, que possibilita ao espectador, simultaneamente, projectar uma narrativa, atiçar a imaginação. Ana Rito torna-se numa escultora de imagens, porque estas, sendo bidimensionais, possuem, afinal, corporalidade”.

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