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Inverno

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©João Carvalho
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Vem fustigar-me a pele como faz o vento que sopra lá fora,
Acordar-me os sentidos deste inverno que não parece ter fim,
Preciso de um beijo carregado de promessas indecentes,
Do toque da tua pele quando se funde na minha.

Dá-me um instante, só isso, sem passado ou futuro,
A totalidade de ti, de nós, naquele momento efémero,
Sem estória e que não fica para a história,
Lê-me, traduz-me mas não me definas…

Sê a chuva que me afaga a pele,
Sol que me derrete,
Perfume de uma noite de Verão,
Mas sê… acorda-me deste Inverno que parece não ter fim.

Texto: AAdolfo
Foto: João Carvalho

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