Início Sociedade Cultura MACE: Exposição temporária “Todas as Noites”, do pintor elvense Rui Serra

MACE: Exposição temporária “Todas as Noites”, do pintor elvense Rui Serra

Dezenas de convidados marcaram presença no Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE), na tarde de sábado, 29 de Abril, para a inauguração da exposição temporária denominada"Todas as Noites", de autoria do pintor elvense Rui Serra.

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Rui Serra diz que “um privilégio fantástico poder ter obras, não só num Museu com esta envergadura como também serem apresentados de forma tão correcta”, elogiando também o trabalho da curadora Ana Cristina Cachola que “fez um trabalho exemplar” não só por acompanhar todo o processo de princípio a fim mas “acima de tudo ter uma visão muito atenta à qualidade das obras e à percepção de como haviam de ser montadas” porque isso “faz toda a diferença”.

Esta exposição coincide com as comemorações do 10º aniversário do MACE que o pintor diz ter vindo a preparar desde há três anos, juntamente com o coleccionador António Cachola. Rui Serra salienta que coincidir com esta data “é excelente, porque acaba por ser o culminar”, não só do seu processo de trabalho como também do trabalho “que o Dr António Cachola desenvolveu ao longo destes anos em prol da Arte Contemporânea portuguesa.

O Presidente do Município, Nuno Mocinha, denotava “grande satisfação” por assinalar os 10 anos do Museu de Arte Contemporânea salientando que “valeu a pena. Numa perspectiva de que valeu a pena, fizemos um bom percurso e numa perspectiva de sucesso, na minha modesta opinião”, disse.

No entender do edil, o MACE “tem servido para projectar cultura, a arte contemporânea portuguesa e também para projectar o nome de Elvas, tanto nacional como internacionalmente”. Também porque “tivemos aqui alguns condimentos para o sucesso”, referindo “uma colecção magnífica” que, ainda segundo Nuno Mocinha, “é sem dúvida das melhores colecções de arte contemporânea portuguesa existentes”. Por outro lado destacou também o facto de o coleccionador, António Cachola, ser cidadão elvense e que “faz parte desta colecção”.

Também o coleccionador estava “muito feliz, muito contente”, num dia em que, confessou, se sentiu “muito emocionado” por estarmos perante “uma exposição, que é excelente, com excelentes trabalhos e de um excelente artista que também é natural de Elvas”. Diz António Cachola que “não foi por acaso que o escolhemos para integrar estas comemorações dos 10 anos uma exposição com trabalhos de um artista elvense” e que desde o primeiro momento faz parte da colecção pois logo na primeira exposição pública da colecção “ele já integrava esse projecto expositivo, já havia obras do Rui Serra”. António Cachola insistiu estar “emocionado” por verificar tanta gente e sobretudo “o nível e o grau de satisfação que as pessoas estão a ter”.

Quanto às comemorações propriamente ditas Nuno Mocinha diz “começámos com chave de ouro”. Foi possível trazer “o Rui Serra, que ´um artista de Elvas, tem uma expressão artística ímpar, que muito nos orgulha” contando com a colaboração da curadora Ana Cachola […] coincidência ou não são os dois naturais de Elvas”, que se juntam “a um coleccionador também natural de Elvas, no Museu de Arte Contemporânea de Elvas”. No seu entender “não haveria melhor forma de começarmos estas comemorações”, disse.

Do “Até sempre” até “Sempre”, uma espécie de teia artificial que se interliga

Os visitantes podem encontrar pintura, desenho e instalação, momentos da obra de Rui Serra -dos últimos 29 anos – interactividade de discurso, nomeadamente algum impacto que poderá ter a questão dos títulos, que podem evocar outro tipo de interpretações, pode haver ecos que se estabelecem entre pisos, relação de interactividade entre uma pintura que fala no início e que se justifica no fim, nomeadamente uma que se chama “sempre” quando a primeira peça da exposição se chama “Até sempre”.

As comemorações dos 10 anos do MACE 2vão ter vários núcleos”. Quem o diz é Nuno Mocinha: “no dia da exposição coincidir com o 10º aniversário vai ser espalhado em 10 locais diferentes, e vai sair do nosso Concelho. Desafiámos outros concelhos do País mas também desafiámos concelhos do país vizinho” numa perspectiva da Eurocidade, “da nossa característica transfronteiriça e aperceber-nos de como a cultura pode ser veículo de aproximação e potencialização dessa mesma Eurocidade”.

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