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Um Abril de esperança

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Nascida neste Alentejo onde a humildade sobeja,

nele aprendi a viver com esperança e sem inveja.

Gente de nobres ideais  com bem pouco era feliz.

“Canto a minha terra, a minha gente ! Este povo que amo , a terra arada, o sol ardente!”, Graça Foles Amiguinho
“Canto a minha terra, a minha gente! Este povo que amo, a terra arada, o sol ardente!”, Graça Foles Amiguinho

Aceitava o seu destino sem esquecer sua raiz.

Mas bem no fundo da alma havia sempre uma razão

Que lhe guardava em segredo o sentir do coração.

Meu povo que o sol queimava nas tardes longas de estio

E no inverno suportava pacientemente o frio.

Minha gente partia saudosa para poder sobreviver

Porque sua terra, bela e formosa, não lhe dava de comer.

Quantos morreram na guerra, lá longe, tão longe, um dia

Até chegar Abril e com ele a Democracia!

Passam anos atrás de anos e muitos vão esquecendo

Os anos de desenganos e os sonhos que iam morrendo.

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